quinta-feira, 26 de agosto de 2010

No caminho...

Por incrível que pareça os dias de quase 0º nos termômetros deram um tempo. E o Senhor do tempo não tem (ou tem) idéia de quanto isso me ajuda! Sinto que aos poucos minha voz está voltando...

Pois é, parece tudo se encaixar. Como diria minha sábia mãe: - Tudo a seu tempo!
E acho que seguimos pra um desfecho no mínimo interessante.
As canções com o olhar atento de Matheus Duarte tem ganhado vida.
Ouvi até agora duas delas: Outono e Duas setas. O esboço de ambas me agradaram muito.
E assim, de pouco em pouco, de passo em passo estamos no caminho.
Sendo assim, vamos em frente!


tq

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Só te ouvir, só te olhar!


Só te ouvir, só te olhar
Composição: tony quintino

Distante o amor
E o que vai ser de nós?
Sinto um vazio em mim
Desatam-se então os nós

Jardim sem cor
Tudo é solidão
Vejo você partir
E o quanto te amei em vão

E essa dor que eu nunca quis sentir
Vem me fazer sofrer
Vem machucar, ferir

E o que restou vejo cair do olhar
E quando chegarem ao chão
As lágrimas vão secar

Assim será o amor
Que um dia me fez feliz
Que hoje me trouxe a dor

Assim será o amor
Que um dia levou de mim
E agora me faz chorar

Se é a última vez que eu verei você
Me deixe te guardar neste segundo
Se é a última vez que eu verei você
Me deixe só te olhar
Pra que eu possa te lembrar pra sempre


tq

quinta-feira, 22 de julho de 2010

E a pré, cadê?

Enfim consegui acabar o que chamamos de pré, a famosa pré-produção!
Fechei o total de cinco canções, que são:

Outono
Sempre a lembrança
Duas setas
Só te ouvir, só te olhar
Paisagem, retrato de algum lugar

Gravei a voz gripado mesmo, já que o clima de Curitiba não firma e eu não me curo. Faz frio, faz calor! Faz calor, faz frio! Ô clima sem jeito!
Agora sim posso entrar em contato com os estúdios pra ver qual a melhor opção!

tq

quarta-feira, 14 de julho de 2010

E o próximo instante, eu sei, é quase lá...

Caramba! Como diz o título do post, tô quase lá!
Nos últimos dois dias nem saí de frente do computador gravando aquilo que chamamos de pré! Falta apenas a parte da voz. E espero me recuperar logo dessa gripe pra poder fazer tudo logo de uma vez.
Então a Outono já está pronta. Faltam as outras 4 músicas pra fechar, aí posso realmente ver o lance de em qual estúdio fazer.
É verdade que saiu uma canção: A caixa. Mas em outra ocasião acho que ela será melhor aproveitada!
Pois é, semana que vem acredito pôr a mão na massa. Aí, é só esperar pra ver o que acontece...
Enquanto isso, aponta pra fé e rema!

tq

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Duas setas!

Esse é o título da minha última canção. Lembro de um aniversário que deu começo à essa letra (Foi só você me tirar pra dançar). O restante, é história...Ah, tem também uma citação de uma música da Los Hermanos.
Já estou montando a base dela, e acho que em breve teremos a versão definita da mesma.
O título faz um paralelo com a história de Apolo e Dafne... e um cupido...
Após ser zombado por Apolo, Cupido enraivecido lança duas setas (flechas). Uma de ouro e outra de chumbo. A primeira atrairia o amor, enquanto a segunda o repeliria. Com a de ouro feriu Apolo no coração e com a de chumbo feriu Dafne. O desfecho da história vocês podem imaginar.

Duas setas
Composição: tony quintino

Foi só você me tirar pra dançar
Que eu esqueci de mim
E me entreguei assim

Vi sentimentos pairando no ar
Tento não me iludir
Posso te descobrir?

E ter você ao alcance das mãos
Tudo o que eu mais queria
Sentir de novo outro mar de ilusão
Vou me perdendo em doses de alegria

Sem perceber te vi se esconder
Onde os meus olhos já não podem ir
Me faz sangrar, me sobra inventar o amor
Mais uma vez história sem fim

E vi você ir embora e deixar
O pouco que sobrou
E a porta se fechou

Me permiti entre tantos sonhar
Pra não chorar, fingir
Volto a te descobrir

tq

terça-feira, 25 de maio de 2010

A caixa!

A caixa
Composição: tony quintino

Promessas e sonhos não são bem-vindos, não
Antes o fim do que a espera em vão
Nada mudou, nem fez por merecer
Descrença sim, nada motiva a voz

Outrora quis ser mais, hoje nem é capaz
Retratos sem cor, reverso do amor
Algo parou, tudo se revelou
Prazeres ou ilusões? A curiosidade é cais!

Enquanto as perguntas mais importantes ficam sem resposta
Celebre o descaso
A cada verso encontre mais do que labirintos sem sentido
Delírio, vertigem
Ou não?

Lá do lado que eu nunca verei
Inimaginável, sim
Pessoas?

A disritmia que compraz
Invento um prazer fulgás
Grandes idéias surgirão em dias cinzentos
Simples

tq

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Paisagem, retrato de algum lugar!

Pra variar, "Paisagem, retrato de algum lugar" é mais uma canção introspectiva...
Ela conta como ainda mexiam comigo certas coisas, certas pessoas e de como eu ainda estava me curando. Nesse período já me sentia mais otimista com o caso (mas eu acredito que seja a hora de vivenciar outros sonhos).
Dentre todas as particularidades dessa canção, como a levada pop dela, como a chamada pro refrão, o que destaco é a citação da Outono, levando à idéia de que ainda meu pequeno universo girava em torno daquela que motivou a Outono. Mas fecha-se o refrão e a música caminha pra outro tema, outra intenção. Nessa parte final me mostro ainda mais, admitindo que as lembranças não doem tanto como antes, mas também não cessam...

Paisagem, retrato de algum lugar
Composição: tony quintino

É tão escuro, sombrios os momentos
Que se passaram dentro de mim
Eu me perdi feito poeira no vento
Além das marcas que eu levo pra sempre

O meu sorriso é coisa passageira
Que não se vê nos dias ruins
A alma embraca na emoção primeira
Que despontar em dias assim

O meu silêncio se desfez com o tempo
Que ainda faz o seu papel
Aos poucos tento me reencontrar
Me livrar

Mas um sentimento se esconde
Atrás dos olhos, ninguém pode ver
Só cabe a mim tão fino segredo e a ninguém mais

Mas eu acredito que seja
A hora de vivenciar outros sonhos
Pra respirar ares que jamais respirei
É o que o destino me manda fazer

Vestígios do outono
Nada que me dê prazer
Versos perdidos, caminhos sem volta

Noites vazias parecem não ter mais fim
Lembranças sem dor
Sem final


tq